Pela regionalização sempre!

Propomos a Regionalização, consecutivamente adiada, e a descentralização de meios e competências, elementos para o desenvolvimento económico, social e cultural sustentado e equilibrado como um contributo fundamental para articular necessidades, planos e meios, para o desenvolvimento do distrito e do concelho.


(do documento Ponte de Lima Concelho - Outro Rumo - Nova Política)

Na defesa do Poder Local Democrático
Com Trabalho * Honestidade * Competência *

domingo, 3 de outubro de 2010

MANIFESTO ELEITORAL DE ARCOZELO

MANIFESTO AUTÁRQUICO DE SANDRA MARGARIDA FERNANDES

Caros Arcozelense

Quando decidi aceitar a candidatura da CDU à Junta/Assembleia de Freguesia de Arcozelo, fi-lo com um propósito: defender intransigentemente os interesses desta terra e das suas gentes.

Todos vós sabeis a dança e a ginástica, para além do teatro assim como outras formas de espectáculo que alguns políticos, nesta altura de eleições, são capazes de fazer para conquistar a vossa cruzinha no boletim de voto.

Tenho assistido, com muita atenção, a algumas promessas que os candidatos de outros partidos têm feito para a freguesia. Devo confessar uma coisa: é de uma total irresponsabilidade algumas promessas que eles têm feito....

Eles prometem fazer obras que já estão feitas. Prometem fazer obras que não dependem da Junta de Freguesia mas de outras entidades e instituições. Eles prometem fazer obras que estão a decorrer. E tenho para mim, assim como sei que vós também tendes para vós próprios, que prometem obras que não tencionam cumprir.

E mais. Vós sabeis que, prometer, nesta altura de crise, o “céu e a terra” às pessoas, é mentir com quantos dentes se tem na boca.

Pois bem, eu e a CDU temos uma visão diferente do que deve ser a gestão da Junta de Freguesia de Arcozelo.

TRABALHO. É simples...muito TRABALHO.

Pensamos que o segredo não está nas grandes obras que, também nós,  poderíamos prometer. Mas eu não vos quero mentir. Por isso prometo-lhes muito trabalho.

Acho eu, e a CDU, que a única verdadeira promessa que vos podemos fazer é, que o património da Junta, seja ele humano, físico ou de que natureza for, será posto ao serviço das populações.

O verdadeiro segredo para a vencermos esta crise e poder realizar trabalho, é aproveitarmos bem o que a Freguesia tem para dar aos seus habitantes. E não inventar grandes obras, porque elas não passam de grandes mentiras.

Por exemplo, o que será necessário para que as crianças do centro escolar tenham transporte para ir para a escola e voltarem para casa? NADA. Os transportes existem. A Junta tem os transportes. Falta só vontade e o TRABALHO de resolver a situação.

Como lhes digo, não farei promessas.

São os arcozelenses que terão de decidir entre a única promessa que faço e o rol de promessas que os outros fazem. A questão é simples:
TRABALHO ou Promessas?

É entre isto que vós tendes de decidir. O meu trabalho é real. E as promessas dos outros? serão?

O povo diz, e com razão, que “promessas leva-as o vento!”.

O povo diz, que os “políticos são todos iguais”. Mas serão? Quantos de vós ouviram dizer que um político tivesse ganho eleições sem fazer promessas?

Pois aqui estou eu! Aqui está a candidatura da CDU! Preferia perder estas eleições, do que ouvir-vos dizer que era mais uma que tudo tinha prometido e nada tinha feito.

Arcozelo tem a possibilidade de fazer história:
Eleger para seu presidente um político que nada prometeu a não ser trabalhar em prol do povo.

Com humildade, mas com muita confiança, peço o seu voto para provar que a CDU pode fazer mais e melhor pelo nosso povo. Sem ter de o confundir com promessas que não são realizáveis...

PROGRAMA ELEITORAL DA FREGUESIA DE ARCOZELO

NOVA POLÍTICA – OUTRO RUMOOs Candidatos da Lista CDU à Assembleia de Freguesia de Arcozelo assumem o compromisso de dar o melhor de si para o reforço e vitalidade do Poder Local e na resolução dos problemas que afectam a população e a nossa freguesia.



A nossa acção como eleitos será desenvolvida em cooperação e na unidade com a População de ARCOZELO em torno dos seus problemas concretos.

Como linhas gerais e objectivos para um desenvolvimento harmonioso da nossa freguesia, desenvolveremos o nosso trabalho nas seguintes vertentes:
INDÚSTRIA EXTRACTIVAPÓLO INDUSTRIAL DO GRANITO.

Desenvolver uma acção eficaz e permanente junto dos órgãos competentes para a concretização da implantação do Pólo Industrial do Granito.
O atraso na resolução da implantação desta estrutura tem aumentado as dificuldades da organização empresarial do ramo e na estabilidade dos postos de trabalho.

ALARGAMENTO DA ÁREA EXTRACÇÃO DE GRANITO
NAS ZONAS DE REN NA SERRA DO FORMIGOSO

Apresentar nova proposta de localização para a substituição dos lotes não aprovados no sentido de fazer a deslocação das firmas sedeadas no Monte de St. Ovídeo que foram preteridas na decisão da Câmara Municipal.
Defender as questões de impacte ambiental e que o cumprimento das normas ambientais e urbanísticas sejam rigorosas efectivadas com uma fiscalização firme e eficaz para evitar violações paisagísticas, ambientais e de segurança.

AGRICULTURA

A agricultura foi o principal sector de actividade económica que ocupava a maior parte da população.
Incentivaremos a tomada de medidas para revitalização deste sector, tais como:
* Através do aproveitamento da floresta com vigilância, reflorestação, limpeza, construção de acessos, etc.
* Apoios à pastorícia através de incentivos a casais jovens.
* Insistiremos na defesa da cultura da vinha e do vinho, que faz parte integrante do património da nossa região. Queremos que os nossos agricultores continuem a produzir vinho de alta qualidade.
BAIRROS SOCIAS

BAIRRO DA POÇA GRANDE    

Arranjo do espaço envolvente para que os moradores tenham um local aprazível de lazer e dotá-lo de infra-estruturas de recreio e desportivas para o convívio das crianças.

EDUCAÇÃO E ENSINO

É condição fundamental para o desenvolvimento económico e social, e particularmente para a melhoria do nível de vida e cultural dos trabalhadores, a elevação do nível médio de escolaridade

Manuais escolares

As despesas das famílias com a educação subiram com o aumento de 4,5% do preço dos manuais escolares.
Para que o presente tenha futuro, defendemos que o Município garanta a aquisição dos manuais escolares para todos os alunos em escolaridade obrigatória.

SAÚDE

URGÊNCIA DO HOSPITAL

Lutaremos para que os Serviços de Urgência do nosso Hospital não sejam retirados do nosso Concelho, e pela melhoria dos cuidados de Saúde com o acesso a mais valências.

 SAÚDE E APOIO AOS IDOSOS

Promoveremos acções no âmbito da saúde e apoio aos idosos para que tenham uma assistência digna na melhoria das suas capacidades para uma vida saudável.

AMBIENTE

É necessário estancar a degradação do meio ambiente praticando uma política ambiental que conduza ao implementar das seguintes medidas:

  • Incentivar uma ocupação ordenada dos solos, protegendo os solos férteis e contemplando a existência de espaços verdes. Estes funcionam como sistema natural de drenagem e abastecem os aquíferos subterrâneos.
  • Acabar com as descargas poluentes a céu aberto para o rio Lima e com outras descargas clandestinas, junto ao Clube Natura e de unidades industriais designadamente pocilgas, vacarias, etc.
  • Promover a repovoação com vegetação autóctone, das imensas crateras criadas com a extracção nos montados das Pedras Finas.

PATRIMÓNIO PAISAGÍSTICO

Ponte de Lima possui um vasto património paisagístico e arquitectónico, no qual Arcozelo é parte integrante, o que lhe dá o estatuto de ser considerada uma das zonas mais bonitas de Portugal
*
 Monte de Santo Ovídeo
Valorização deste espaço panorâmico, através de limpeza, reorganização do seu espaço e acessos.

* Arnado
 Arranjo e manutenção permanente do seu espaço envolvente e defesa de qualquer agressão urbanística no local perseverando a sua característica monumental.

Desenvolver demarches junto do Município para a colocação de Placas a alertar para os perigos para a Saúde dos banhistas ao tomarem banho nas águas da dita “Praia Fluvial do Arnado”.

* Igreja de Santo António da Torre Velha

Pugnaremos para que seja feita urgentemente uma intervenção de restauro e recuperação do edifício monumental, sensibilizando o Município para o seu total empenhamento na concretização da candidatura apresentada pela Irmandade ao abrigo do PIDDAC da Direcção Geral das Autarquias Locais.

TRÂNSITO

RESOLUÇÃO DO TRÂNSITO JUNTO À ESCOLA EB 2,3+S

O traçado da estrada nacional n.º. 306, que atravessa parte da freguesia de Arcozelo em direcção a Paredes de Coura, conflui com a estrada municipal de Vilar que serve a saída de trânsito da escola E.B.2;3+S da mesma freguesia, que nas horas de início e do final das aulas regista um aumento de trânsito considerável com a agravante, aumentar ainda mais quando o Centro Educativo entrar em funcionamento.
Devido ao estrangulamento de comunicação, face ao exíguo espaço de manobra, para quem quer virar em direcção á rotunda do lugar de Faldejães, representa um perigo não só para os automóveis ligeiros mas sobretudo para os autocarros que transportam os alunos.
 Várias vezes se tem assistido no local, a autocarros atravessados na estrada nacional para fazerem a manobra e outras vezes mais a Norte no entroncamento para a Igreja da freguesia, onde também fazem manobra de inversão de marcha, com toda a carga de perigo, que também aqui, estão sujeitos os que naquela via transitam.
É possível minimizar o perigo que advém desta realidade com o alargamento da estrada nacional, ou com a instalação de uma rotunda no local de confluência da estrada nacional com a estrada municipal. Para que no futuro não tenhamos de lamentar mais alguns acidentes de consequências graves

* Defenderemos uma maior transferência de meios financeiros e competências para a Junta de Freguesia. Que 20% das receitas totais previstas no Orçamento Municipal sejam transferidas para o Orçamento das Freguesias.



PROGRAMA CDU PARA A VILA DE PONTE DE LIMA

OUTRA POLÍTICA – OUTRO RUMO!

Os Candidatos da Lista CDU à Assembleia de Freguesia de Ponte de Lima assumem o compromisso de dar o melhor de si para o reforço e vitalidade do Poder Local e na resolução dos problemas que afectam a população e a nossa freguesia.

A nossa acção como eleitos será desenvolvida em cooperação e na unidade com a População da Vila de Ponte de Lima em torno dos seus problemas concretos.
Como linhas gerais e objectivos desenvolveremos o nosso trabalho nas seguintes vertentes:

Transferência de competências

Defenderemos que o Município delegue a transferência de competências para a Junta de Freguesia no que concerne a Obras a realizar na nossa Vila e na gestão e manutenção do Cemitério Municipal.

Defenderemos uma participação e colaboração activa na definição de Projectos municipais a realizar na Vila.

Valorização dos espaços panorâmicos e de lazer
A vila de Ponte de Lima adquiriu o estatuto de ser considerada uma das zonas mais bonitas do nosso País. As riquezas naturais da nossa Vila devem ser preservadas, conservadas e protegidas.

A CDU para a concretização destes objectivos, propõe:

-A delegação de competência na Junta de Freguesia da manutenção permanente e no arranjo do Parque da Lapa.

- Arranjo e conservação da zona envolvente do Bairro Social (junto às escolas) e dotá-lo de espaços verdes, de lazer e de recreio.

- Arranjo e conservação (bancos e papeleiras) da Avenida dos Plátanos.

Fontes e nascentes de água

FONTANÁRIOS

A água é um bem precioso pertencente a todos. A Vila de Ponte de Lima era famosa pelas suas fontes e fontanários de onde jorrava água que abastecia a população residente e matava a sede a todos os visitantes.
Nos tempos que passam é de uma tristeza gritante olhar para as fontes e os fontanários e verificar que uns jorram água imprópria para consumo outros estão completamente secos. Que é feito das nascentes de água pura que alimentavam as fontes de S.João, Fonte da Vila, Fonte da Lapa, Fonte do Pinheiro, Fontanário do Largo Dr. António Magalhães e da Fonte dos Terceiros? Que causas houve para que tal situação acontecesse?

- A CDU propõe a elaboração pelo Município de um projecto para que as bicas voltem a jorrar água pura e limpa

Comércio Local e Centro Histórico
Comércio Local

O Comércio Tradicional, na consequência da proliferação das grandes superfícies e devido ao deslocamento do centro histórico para outras zonas da vila (sem que fossem tomadas as medidas alternativas) de estruturas físicas e de serviços, passa por uma agonia que o conduziu à epidemia das falências.

Centro Histórico

O Centro Histórico da Vila de Ponte de Lima ao longo dos anos tem sofrido de desertificação e degradação do parque edificado o que se reflecte negativamente no comércio local.

A CDU propõe como medidas imediatas:

- Aquisição pelo Município de Mini-Autocarros, não poluentes, para fazer a ligação entre as várias artérias da Vila e a Central de Camionagem.
- Apoio efectivo pelos Serviços Municipais no cumprimento de normas comunitárias para o funcionamento dos respectivos estabelecimentos comerciais e industriais.
- Formação de um Comissariado para a reabilitação urbana.
- Criação de um Gabinete Técnico de apoio, coordenação e acompanhamento na reabilitação e reconstrução das habitações degradadas.

Mercado Municipal

- Elaboração de um Plano para a sua revitalização no sentido de melhorar o seu funcionamento e a situação dos Comerciantes e Artesãos.






Urgência do Hospital
A CDU sempre alertou para a possibilidade do desmantelamento do serviço de urgência Hospitalar tendo por várias vezes manifestado a sua preocupação em intervenções na Assembleia Municipal, em reuniões de grupo de trabalho no âmbito da mesma Assembleia, assim como questionando o Município com requerimento sobre o assunto.

Os candidatos da CDU assumem o compromisso de colaborarem em unidade com a população na manutenção dos Serviços de Urgência Hospitalar.

Transferência de Verbas

Defenderemos uma maior transferência de meios financeiros e competências para a Junta de Freguesia. Que 20% das receitas totais previstas no Orçamento Municipal sejam transferidas para o Orçamento das Freguesias.

Regionalização

Propomos a Regionalização, consecutivamente adiada, e a descentralização de meios e competências, elementos para o desenvolvimento económico, social e cultural sustentado e equilibrado como um contributo fundamental para articular necessidades, planos e meios, para o desenvolvimento do distrito e do concelho.   

PELO DESENVOLVIMENTO DA FREGUESIA DE ARCA

O QUE PUGNA AMÂNDIO GONÇALO SARAIVA
 
Ao iniciar esta minha nova actividade de cidadania, como eleito na Assembleia de Freguesia de Arca manifesto o desejo de que todo o trabalho autárquico seja encarado com um grande sentido de responsabilidade e com rigor democrático, tendo como objectivo fundamental o desenvolvimento harmonioso da freguesia nas vertentes económica, social e cultural.

 Neste mandato em consonância com o projecto da    CDU pautarei a minha actividade com uma postura colaborante em tudo que seja do interesse da freguesia e para uma melhor qualidade de vida da sua população, ao mesmo tempo terei uma acção firme e decidida pela defesa do desenvolvimento da freguesia e em oposição a tudo aquilo que seja contra os interesses da população

A minha acção como eleito desta Assembleia de Freguesia será desenvolvida em cooperação e na unidade com a população de Arca em torno dos seus problemas concretos e em coerência com as linhas programáticas apresentadas à população da freguesia, das quais destacamos:

  • A necessidade de a freguesia ser dotada de um Centro Cívico com espaço para creche, jardim-de-infância e Pré-primária, com centro de dia, com salão para festas, exposições e outros eventos culturais;
  • A necessidade da construção de um recinto polivalente desportivo e espaços informais para recreio e lazer;
  • Defender e promover uma maior e melhor fiscalização para acabar com as descargas ilegais de entulho na estrada da Madalena, Assim como para que a Mata florestal (entre Arca e a Madalena) seja reorganizada e tenha uma intervenção florestal devidamente ordenada. No fundo pugnaremos para que seja praticada uma verdadeira política ecológica na defesa do meio ambiente;
  • Defenderemos uma maior transferência de meios financeiros e competências para a Junta de Freguesia. E que 20% das receitas totais previstas no Orçamento Municipal sejam transferidas para o orçamento da freguesia.



CDU VOTA CONTRA A FIXAÇÃO DAS TAXAS DE IMI, IMT,IRS e DERRAMA

Acreditamos e defendemos que os impostos municipais, mais do que meros actores na captação de receita, devem servir, sempre que possível, de instrumentos para a prossecução de políticas de desenvolvimento económico e social do concelho.

Seguindo este principio, e porque temos consciência de que o parque habitacional do concelho de Ponte de Lima, designadamente na zona histórica da vila existem um conjunto de edifícios que estão em péssimas condições de habitabilidade, quando não abandonados, e que o restante concelho com a sua vertente essencialmente rural, e com população envelhecida, cujos usufrutos das produções agrícolas são cada vez mais reduzidos deveria ser estimulada, com medidas próprias, e que não se revêem nesta politica proposta pelo executivo.

Deveria existir uma preocupação social e económica no desempenho do exercício da gestão do poder autárquico, a todos os níveis, embora seja proferido, não tem nem sido visível, nem praticado.

As colectas de IMI sobre os proprietários do concelho de Ponte de Lima são demasiado elevadas, e em especial pelos índices inflacionados de avaliação dos imóveis. Deveria existir uma visão estratégica que orientasse o concelho e, sem excepção, todos os seus agentes económicos, no sentido de um verdadeiro rejuvenescimento da sua população, das empresas, e do investimento de uma forma geral no concelho, que não passará seguramente, nem pelo aumento de impostos, nem pela aprovação desta proposta. – A CDU encontra-se disponível para encontrar uma solução que seja consensual, motivadora, de futuro, e incentivadora do real e sustentado desenvolvimento do concelho de Ponte de Lima, e que não seja uma mera medida isolada, e circunstancial, para resolução de problemas económicos imediatos.

Consideramos que englobar num só pacote o IMI, IMT, IRS e Derrama, é uma medida injusta, imprópria, inadequada ao momento económico actual, e exageradamente elevadas as taxas, que conduzem a colectas também elevadas, pelo que somos contra a proposta apresentada.
Quando o senso comum aconselha a redução da despesa como o caminho mais evidente e salutar para encontrar a redução do défice orçamental, insiste-se no aumento da receita como se a solução de “extorquir” mais receita ao cidadão contribuinte não tivesse qualquer limite.
Por conseguinte somos de opinião que a taxa de redução do IRS meramente demagógica, atinge um numero alargado de contribuintes, mas o valor deduzido é insignificante para cada contribuinte. Neste sentido propomos a não aplicação desta redução e o valor arrecadado seja compensado pela redução da taxa do IMI. Aqui sim naquelas famílias jovens que recentemente compraram casa, naqueles que recuperaram as habitações recentemente, naqueles que herdaram os bens de família, sentirão uma grande diferença. Que sentido faz receber uma ou duas dezenas de euros na redução do IVA e depois pagar umas centenas só porque compraram ou recuperaram a sua habitação.

Os cerca de 500 mil euros que a Câmara municipal diz que perde de receita na redução de 5% de IRS for canalizado para redução do IMI e deduzir-se pelos 4 ou 5 milhares de proprietários das habitações, aqui sim sentir-se-á uma redução significativa de impostos.

Os eleitos da CDU reafirmam na Assembleia Municipal, que a CDU encontra-se disponível para encontrar uma solução que seja consensual, motivadora, de futuro, e incentivadora do real e sustentado desenvolvimento do concelho de Ponte de Lima, e que não seja uma mera medida isolada, e circunstancial, para resolução de problemas económicos imediatos.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

VACA DAS CORDAS SEM REFORÇO POLICIAL

Na madrugada da Vaca das Cordas um munícipe foi barbaramente agredido por 3 ou 4 indivíduos. Alguns dos agressores, não se coibiram até, de exibirem as armas que possuíam nos coldres, denotando até alguma planificação e profissionalismo. A agressão teve lugar em frente à Cervejaria Rampinha e só terminou na Rua da Abadia perto da antiga mercearia do João Manel. Este facto lamentável põe indubitavelmente a nu os problemas de segurança que se impõe, sobretudo em dias de grande afluência de pessoas, potenciados, pela sua concentração em espaços relativamente pequenos, como são os arruamentos do centro histórico.
A promoção deste tipo de eventos por parte da Autarquia, tem que ter alguma correspondência no plano da segurança, se é que este realmente existiu.

Algumas questões se impõem colocar ao município:

Qual o número total de efectivos policiais escalonados?

Qual o reforço policial solicitado?

Qual a sua colocação estratégica?

È que para elevar os níveis de segurança é preciso que as forças policiais tenham visibilidade nos locais de maior concentração de pessoas, sejam em número suficiente e a sua colocação deve ser estratégica nos locais de maior afluência. Este trabalho de profiláctico e persuasão é extremamente importante para actuar ao nível da prevenção, elevando a sensação de segurança aos limianos e aos milhares de pessoas que nos visitam.

As Feiras Novas 2010 estão aí à porta, para além das questões de higiene e limpeza e acesso a instalações sanitárias que todos os anos a CDU – Coligação Democrática Unitária colocou na Assembleia Municipal é necessário e imperioso reforçar também as medidas de segurança. Nas Feiras Novas 2009, foram reportados nos órgãos de comunicação regionais, um considerável número de incidentes, desde assaltos a pessoas, roubos e agressões. Como diz o nosso Povo mais vale prevenir do que remediar.

Por isso os eleitos da CDU mais uma vez colocaram a sugestão e o alerta para que sejam tomadas as medidas necessárias e adequadas para que todos os limianos e a quem nos visita tenham asseguradas as condições para desfrutar da folia das Feiras Novas.

Esta preocupação não teve a devida atenção do executivo camarário.

ELEITOS DO CDS/PP CHUMBAM PROPOSTA DA CDU

Os eleitos da maioria CDS/PP na Assembleia Municipal, mais uma vez, revelaram a sua insensibilidade social ao votarem esmagadoramente contra a proposa da CDU A CDU – Coligação Democrática Unitária ao apresentar na Assembleia Municipal a problemática de O desenvolvimento das actividades económicas do Concelho foi com a convicção plena de contribuir no encontrar caminhos e soluções para combater a grave crise económica e social que se faz sentir no nosso Concelho. O desemprego é galopante de mês para mês. No final de Dezembro de 2009 eram 1 720 desempregados residentes no Concelho, em final de Janeiro de 2010 passaram a ser 1 874, (mais 154 desempregados só num mês) O encerramento de empresas é altamente preocupante, no ano de 2009 encerraram no distrito 10 empresas. E recorreram ao lay-off, 22 empresas Os sectores da actividade económica no Concelho – agricultura, comércio e indústria não podem continuar mergulhados num enorme imobilismo e estagnação. O município de Ponte de Lima, com a colaboração e contribuição de instituições técnico-científicas, deveria proceder a estudos para a dinamização das actividades económicas no nosso Concelho. Nos dias de hoje o sector privado da economia interessado em fazer investimentos em qualquer sector da economia necessita ter a garantia de estudos técnico-científicos que lhe assegurem o sucesso na sua actividade empresarial. Os eleitos da maioria CDS/PP na Assembleia Municipal ao não aprovarem a proposta apresentada pela CDU, revelaram uma insensibilidade social preocupante, voltamos a afirmar, mais uma vez, prestaram um mau serviço, quer à população limiana quer para o futuro desenvolvimento político, económico, social e cultural da nossa Região. Com maiorias assim é o atraso que impera, o desenvolvimento das actividades económicas e sociais são mergulhadas no fundo do poço da insensibilidade política e social. A CDU – Coligação Democrática Unitária ao trazer esta problemática à Assembleia Municipal fá-lo com a convicção plena de estar a contribuir para encontrar caminhos e soluções para combater a grave crise económica e social que se faz sentir no nosso Concelho. Estamos inseridos num distrito do litoral com os indicadores de desenvolvimento económico dos mais baixos do país, com graves problemas de envelhecimento e desertificação da população. Por outro lado, o desinvestimento público foi no último ano o mais acentuado, com as verbas atribuídas em PIDDAC a sofrerem uma redução de 86%. Ao concelho de Ponte de Lima foram atribuídos somente oitocentos e sessenta e um mil euros (861.336€) 14,5% do total do distrito, verba exclusivamente para a obra Lar Casa de Magalhães Casa do Povo São Julião de Freixo (lar de 3ª idade). O flagelo do desemprego é galopante de mês para mês. No final de Dezembro de 2009 eram 1 720 desempregados residentes no Concelho, em final de Janeiro de 2010 passaram a ser 1 874, (mais 154 desempregados só num mês) O encerramento de empresas é altamente preocupante, no ano de 2009 encerraram no distrito 10 empresas. E recorreram ao lay-off, 22 empresas. Os sectores da actividade económica no nosso Concelho – agricultura, comércio e indústria não podem continuar mergulhados num enorme imobilismo e estagnação. Necessariamente o município de Ponte de Lima, com a colaboração e contribuição de instituições técnico-científicas, deve proceder a estudos que contribuam para a dinamização das actividades económicas no nosso Concelho. Hoje em dia o sector empresarial interessado em fazer investimentos em qualquer sector da economia necessita ter a garantia de estudos técnico-científicos que lhe assegurem o sucesso na sua actividade, assim como condições ideais para o desenvolvimento das suas empresas. Só com empresas de sucesso implantadas no Concelho os cidadãos de Ponte de Lima usufruirão também de estabilidade na sua vida socioeconómica. A CDU – Coligação Democrática Unitária, entende que esta Assembleia Municipal tem grande responsabilidade na sua contribuição para encontrar soluções para o desenvolvimento económico e social do Concelho. O DESENVOLVIMENTO DAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS DO CONCELHO ~ – Agricultura, Comércio e Indústria O período longo que atravessamos de crise económica, alimentar e ambiental é cada vez mais gravoso para o desenvolvimento das actividades económicas do nosso Concelho fazendo-se sentir no enorme aumento do desemprego que cresce de ano para ano em Ponte de Lima para desespero de grande parte das famílias limianas. Sector da Agricultura A crise nos sectores agrícolas - As consequências gravosas para os agricultores da política agrícola comum (PAC) e as suas sucessivas alterações. - A liberalização do Comércio Internacional dos Produtos Agro-Alimentares tratando a agricultura como uma mercadoria industrial qualquer e integrando-a na Organização Mundial do Comércio sujeitou-a à especulação bolsista e financeira. - A não valorização de todos aqueles que trabalham a terra. - O desligamento das ajudas à produção agrícola e o fim das quotas leiteiras. - O desrespeito às especificidades da agricultura dos países do Sul da Europa, como Portugal, não salvaguardando as produções do vinho, azeite, arroz, frutas e legumes e ainda a produção de carne e de leite com condições muito diferentes de outras zonas. - Os preços elevados dos factores de produção, do gasóleo, adubos, rações, crédito e seguros não apoiam quem produz e cria emprego no mundo rural. Sector do Comércio e recuperação do edificado na Zona Histórico Continuamos a acreditar que o Comércio em Ponte de Lima será revitalizado começando pela dinamização comercial da Sede do Concelho. “O Centro Histórico de Ponte de Lima tem sofrido nos últimos tempos uma grande operação de requalificação urbana, sobretudo devido à realização de obras de recuperação de equipamentos, infra-estruturação da área, com a criação de galerias técnicas subterrâneas, e pavimentação de ruas e largos, com a consequente alteração do funcionamento do trânsito e a devolução de extensas áreas ao trânsito de peões. Porém, o envelhecimento do parque edificado e o estado obsoleto de muitas das suas infra-estruturas são situações que, aliadas à limitada capacidade de intervenção da Câmara Municipal de Ponte de Lima, têm concorrido para a consequente degradação dos edifícios e o agravamento das condições de segurança e salubridade, e só a tomada de medidas adequadas e expeditas poderá obviar aos inconvenientes e perigos inerentes às mencionadas situações. Deste modo, tendo em vista impedir a continua degradação dos edifícios e possibilitar a reabilitação e renovação urbana da referida área, a Câmara Municipal de Ponte de Lima solicitou ao Governo que a mesma fosse considerada como área critica de recuperação e reconversão urbanística, o que o presente diploma satisfaz.” Dando seguimento à solicitação do Município ao Governo para impedir a continua degradação dos edifícios e possibilitar a renovação urbana da referida área, que a mesma fosse considerada como área critica de recuperação e reconversão urbanística, solicitação essa concedida e decretada pelo governo através do decreto nº. 2/98 de 26 de Janeiro der 1998, sendo considerada área critica de recuperação e reconversão urbanística o Centro Histórico de Ponte de Lima, competindo à Câmara Municipal promover, em colaboração com as demais entidades interessadas, as acções e o processo de recuperação e reconversão urbanística. E dando também seguimento à proposta da CDU na Sessão da Assembleia Municipal realizada em 29 de Fevereiro de 2008, que foi aprovada, com duas abstenções, sobre o Centro Histórico e o Comércio Local. Sector da Industria Os Pólos Industriais e sua viabilidade no desenvolvimento económico e social do Concelho O encerramento e a deslocalização de várias empresas debilitou os sectores produtivos da região, como a industria transformadora (Têxtil, calçado, agro-alimentar, crise no sector da construção civil, etc.), verificando-se um crescimento cada vez mais elevado do desemprego o aumento do trabalho precário e baixos índices salariais. As Zonas industriais de Ponte de Lima foram criadas com a finalidade de criar incentivos específicos para a fixação de indústrias, sobretudo não poluentes, tendo como objectivo a criação de emprego, o combate ao desemprego, e o desenvolvimento económico e social do nosso Concelho e da Região. No orçamento e opções do plano do ano de 2008 no capítulo ”EMPREGO E DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL” o Município referia: “Após a conclusão da construção do Pólo Empresarial e Industrial da Queijada em 2007, financiado a 75% pela Iniciativa Comunitária Interreg III A – Projecto PARQUEMP, encontram-se reunidas as condições para que as empresas que aí adquiriram terrenos possam dar início à construção das suas unidades, prevendo-se que em 2008 muitas delas fiquem concluídas. Note-se que 65% dos lotes existentes se encontram vendidos ou prometidos. Em 2008 a autarquia irá incitar a uma maior procura por terrenos no Pólo Empresarial da Gemieira através de uma redução dos preços por m2 aí praticados. Ambos os pólos apresentam excelentes condições em termos de acessibilidades, no entanto a localização do Pólo da Queijada junto ao nó da A3 fez com que estes terrenos se tornassem mais procurados. Serão desenvolvidos esforços na procura de fontes de financiamento, nacionais ou comunitárias, que viabilizem a construção do Pólo Industrial das Pedras Finas em colaboração com a Freguesia de Arcozelo, enquanto infra-estrutura fundamental que irá permitir o ordenamento das actividades económicas directamente relacionadas com a transformação do granito que se encontram dispersas no concelho. Criam-se, desta forma e para além das claras vantagens em termos ambientais, condições optimizadas para o seu funcionamento nomeadamente através de uma maior rentabilização de serviços de apoio comuns a essas empresas.” Em 2010 no entendimento da CDU a realidade é totalmente contrária a esta perspectiva e mera intenção do município, os pólos industriais existentes (Queijada, Gemieira) estão completamente desocupadas e praticamente sem indústrias implantadas. E outros ainda referenciados como em elaboração dos Planos de Pormenor das Áreas Empresariais previstas em PDM (S. Pedro de Arcos, Calvelo, Anais e Arcozelo). As solicitações para instalação de novas empresas nos Pólos Industriais do Concelho são praticamente nulas, desde Outubro de 2007, como se pode constatar por leitura feita às actas das reuniões do executivo municipal. Pois somente houveram pedidos de instalação de empresas para a Gemieira (2) e Queijada um pouco mais (6). O que sobressai nestes pedidos é a justificação dos mesmos porque dá a impressão que os pedidos são para implantação de armazéns e não de empresas de produção com a finalidade de criar postos de trabalho. Nestes últimos meses só é referenciado um pedido para o Parque da Gemieira (Monte Sano – Comércio e distribuição de Produtos Alimentares, Lda.) Mais parecem ser negócios economicistas de venda de terrenos para instalação de armazéns, escritórios ou estaleiros. Também é referido pela CEVAL – Conselho Empresarial dos Vales do Lima e do Minho, na sua página na Internet, que o pólo empresarial e industrial da Queijada está em execução de projecto e o pólo empresarial e industrial da Gemieira refere as empresas instaladas das quais algumas destas já não estão a laborar, outras estão numa fase de despedimento colectivo, outra já mudou para outro pólo industrial fora do Concelho e ainda uma outra que dá a impressão que são somente escritórios de uma imobiliária. Estes são alguns exemplos que ilustram bem o quanto é necessário procurar uma outra dinâmica e uma outra política por parte do Município para atrair investidores para as Zonas Industriais do nosso Concelho. O flagelo do desemprego cresce de ano para ano no Concelho de Ponte de Lima e no Distrito de Viana do Castelo, em Dezembro de 2009 o Instituto do Emprego e Formação Profissional registava 1720 desempregados residentes no nosso Concelho, 683 Homens e 1037 mulheres. No distrito de Viana do Castelo registava 9 878 desempregados e com prestações de desemprego/de subsídio registado 6 028, somente 61% dos desempregados recebem subsídio de desemprego. A evolução económica e social do nosso Concelho acentuou as tendências negativas que se vêm fazendo sentir de há alguns anos a esta parte com o encerramento e deslocalização de várias empresas que debilitou os sectores produtivos da região, como a indústria transformadora (têxtil, calçado e agro-alimentar “queijo limiano, crise no sector da construção civil, etc.”), e por outro lado a degradação das relações sociais, verificando-se um crescimento cada vez mais elevado do desemprego, o aumento do emprego precário, e o prosseguimento de baixos índices salariais. É necessário e urgente inverter esta tendência e no entendimento da CDU uma das medidas a tomar é procurar a implantação de outro tipo de empresas. O Concelho precisa, de facto, de novos empregos mas de empregos em sectores com elevada incorporação de tecnologia e com elevado valor acrescentado. É urgente inverter esta tendência de imobilismo, de impotência e de perda que se instalou e cultivou em diversos sectores político-culturais da Sociedade limiana. No entendimento da CDU – Coligação Democrática Unitária é necessário e urgente encontrar soluções e medidas, encontrar outros meios de captação e implantação de empresas para a dinamização e desenvolvimento das actividades económicas, para combater o desemprego e gerando a criação de novos emprego em sectores com elevada incorporação de tecnologia e com elevado valor acrescentado Assim a CDU – Coligação democrática apresenta as seguintes medidas e sugestões: PROPOSTA: 1. Propor ao Município de Ponte de Lima, que seja estabelecido um protocolo entre o Município, a AEPL, a Universidade do Minho, a Universidade Fernando Pessoa, o Politécnico de Viana do Castelo, a Escola Profissional Agrícola e a Escola Superior Agrária para que seja feito um estudo no prazo de 6 meses, tendo como finalidade; que tipo de empresas, que viabilidade das zonas industriais e que política e acções a desenvolver para atrair investimento para o desenvolvimento económico e social do Concelho, nas vertentes da agricultura, do comércio e da industria. 2. Que sejam ouvidas e pedida a colaboração das organizações e entidades ligadas aos sectores agrícolas, tais como: · Adega Cooperativa de Ponte de Lima; · Escola Superior Agrária de Refoios; · Escola Profissional Agrícola de Ponte de Lima; · Estação Vitivinícola Armando Galhano (PAÇÔ); · Associação de Protecção Integrada (Avitilima); · Associação Regional dos Agricultores do Alto Minho (ARAAM); 3. Que seja estabelecido um Protocolo entre o Município e a Associação de Protecção Integrada (Avitilima) para acompanhamento e apoio aos pequenos produtores sobre a problemática da vinha e da produção agrícola alimentar. 4. Estabelecer uma parceria com as Juntas de Freguesia para a divulgação e informação do apoio prestados pela AVITILIMA. 5. Propor que o Município defina uma política e ponha em marcha um projecto para recuperação e requalificação do Centro histórico, do parque edificado e revitalização do Comércio Local, implementado os meios disponíveis ao seu dispor. 6. Propor a formação de um Comissariado com o objectivo de criar uma Sociedade de Reabilitação Urbana, formando parcerias com a AEPL – Associação Empresarial de Ponte de Lima, entidades privadas, proprietários e o Governo conforme lhe é facultado pelo Decreto nº. 2/98 de 26 de Janeiro. 7. Propor a criação de um gabinete técnico específico para apoio, coordenação e acompanhamento técnico na reabilitação e reconstrução das habitações degradadas do Centro Histórico; 8. Propor que sejam criados benefícios aos proprietários de edifícios a recuperar, desde a redução até à isenção de taxas, no prazo de 10 anos, como incentivo à reconstrução do parque edificado; 9. Propor a aquisição pelo Município a curto prazo de Mini-Autocarros, não poluentes, para fazer a ligação entre as várias artérias da Vila e a Central de Camionagem. 10. Remeter a presente deliberação à vereação do Município de Ponte de Lima e à Associação Empresarial de Ponte de Lima, Universidade do Minho, Universidade Fernando Pessoa, Politécnico de Viana do Castelo, Escola Profissional Agrícola, Escola Superior Agrária.